Conheça nossas convidadas especiais para esse sarau!

 

DJ Susy Seven

agosto_01

DJ, produtora musical, atriz e articuladora cultural, Susy Seven é formada em artes cênicas pelo Teatro Escola Celia Helena, e em Produção de Música Eletrônica pela Universidade Anhembi Morumbi com mais de 15 anos de experiência, a mesma atua na área da música desde 2002. Faz parte do Movimento de Cultura de Pirituba, e é Idealizadora e integrante do Projeto Peritronica (Periferia Eletrônica) e Projeto Fusion (Música eletrônica com musica acústica.
Em São Paulo, atuou como DJ, em inúmeras festas por todo Brasil: MTV, Coca-Cola, entre outras.
Morou por vários anos fora do país (Barcelona) onde pode aprimorar seus estudos musicais e artísticos.
Com amplo conhecimento musical seus sets são fruto de pesquisas intensas de ritmos e sonoridades.
Para o Sarau promete um set de misturas étnicas, focada em produções femininas.

 

Amanda Santos

agosto_02
Comecei a dançar da maneira mais clichê e tradicional, na verdade, com aulas de ballet e jazz. Já muito nova eu não conseguia me adaptar muito bem a certos valores que banhavam aquele círculo da dança; eu e uma grande amiga minha ficávamos, na época, apenas dançando, sem participar e entender um jogo que regia as relações, um jogo de extrema competitividade e richa entre os alunos das escolas que participavam de competições de dança pelo estado de São Paulo ou até fora dele.
Um pouco mais tarde, eu comecei a, também, me identificar cada vez menos com algumas ideias do que seria algo artístico e de boa qualidade, que se baseava em uma maneira específica de se movimentar e em um conceito fechado e simples de coreografar e compor espetáculos.
Foi na faculdade de artes cênicas que eu comecei a entender e conseguir explicar melhor essas minhas faltas de identificação. Comecei a estudar mais profundamente a dança contemporânea, o teatro contemporâneo, a performance, o conceito e as questões do que é o que chamamos de contemporâneo, a nossa época, as épocas passadas, o que questiono, o que concordo, o que mudei, como são feitos vários tipos de preparação corporal, o que me move em uma pesquisa e estética…E em meio a muitos cursos, aulas, oficinas e trabalhos (trabalho atualmente na Cia Carne Agonizante), continuo nesse caminho de investigação.

Tata Nzinga

agosto_03

Bailarina de dança negra contemporânea, iniciou sua formação em dança nas oficinas culturais da cidade de Diadema.
Dançou nas cia Sansacroma de dança contemporânea, e na cia Treme Terra de dança negra.
Circula com oficinas de dança negra contemporânea para mulheres em espaços de resistência da cultura negra em periferias da zona sul, norte e oeste. Pesquisa e desenvolve trabalho de dança negra contemporânea.