Do encontro de cinco mulheres que sentiram a carência de produção artística feita por mulheres e a falta de visibilidade de obras já existentes surgiu a Coletiva Maria Sem Vergonha. Não há uma representatividade, em números, que seja satisfatória em proporção a produção feita por homens. Pelo desejo de circular por distintas regiões de São Paulo e pela necessidade de ocupar a cidade com arte feminista e de garantir à mulher acesso aos espaços públicos de cultura periférica nasce o I Circuito Feminista de Artes.

O projeto consistiu na realização de um caminhar pelas periferias de quatro regiões de São Paulo e na criação de uma rede que promovesse a união de mulheres e mulheres artistas, na garantia de resistência, acesso, visibilidade, produção e representatividade feminina. O acesso à arte já é restrito a certas classes sociais mais privilegiadas, o recorte de gênero, cor e orientação sexual segrega ainda mais esse acesso. A Coletiva Maria Sem Vergonha quis disseminar a produção e a apreciação artística entre mulheres periféricas, negras, lésbicas e/ou transexuais, partindo do pressuposto de que a arte é uma forma de representatividade e humanização a qual todas deveriam ter direito.

1 Artes Plásticas placePerus event_noteJunho Parceria da Biblioteca
Padre Anchieta
3 Dança placePirituba event_noteAgosto Parceria do Coletivo
Cravo Branco
7 Circo placeCachoeirinha event_noteDezembro

4 Música placeButantã event_noteSetembro

4 5 1 3 7 2 6

6 Teatro placeSão Miguel Paulista event_noteNovembro Parceria da Ocupação Cultural
Mateus Santos
2 Artes Integradas placeItaim Paulista event_noteJulho

5 Literatura placeCampo Limpo event_noteOutubro Parceria do Cantinho
de Integração
Todas as Artes - CITA