O sarau de circo terá convidadas especiais na programação. Confira!

Nirely Golzenleuchter
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Atualmente uma apaixonada pelo mundo do circo, que trabalha com design gráfico e acredita nas pessoas e na arte!
Sobre A Palhaça Que Perdeu Seu Nome: nasci ontem,mas já sei falar,cantar,dançar,lutar,tudo!. Eu vim pra ser aplaudida!
Angélica Müller
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22 anos, palhaça, poeta, articuladora cultural.

Moradora do bairro de Perus desde o início da vida, feminista, filha de oxum e canceriana com ascendente em escorpião e lua em sagitário.

Conheceu os fazeres teatrais no ano de 2009, meio de onde jamais saiu. Com 17 anos foi estudar palhaço na Escola de Palhaço dos Doutores da Alegria, e hoje é integrante do Coletivo de Palhaças Trupe do Maiô que questiona o papel da mulher na sociedade através da comicidade. Integra também a Comunidade Cultural Quilombaque, onde organiza o Sarau D’Quilo.

 
Manoela Rangel
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Fuviva em: um ato-retrato

Uma banheira flutuante? Um exercício de imaginação. Uma mulher ainda entorpecida da noite anterior. Inspirado na personagem Rê Bordosa, do cartunista Angeli, Fudiva revela uma anti-heroína em seu universo de risadas e fracassos. Imersa no rock `n roll e na irreverência, a personagem divide com o público reflexões tão francas quanto poéticas sobre sua vida  desenganada de um romantismo clichê, através de movimentos inusitados na sua banheira-divã.

Nesta pesquisa de número circense contemplada pelo edital PROAC 2015, Manoela Rangel, formada em artes cênicas e investigadora dos aparelhos aéreos do circo se propôs o exercício de criar uma dramaturgia teatral utilizando-se de elementos da linguagem circense.

Trupe do Maiô

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A trupe do Maiô é um coletivo de palhaças, que se formaram na Escola de Palhaço dos Doutores da Alegria. Investiga a linguagem do palhaço no universo feminino, valendo-se da comicidade e da poesia dessa figura para tratar de temas relacionados à mulher e seu fazer artístico.

Mariana Yomared

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Mariana Yomared é fundadora da Cia.bambolistica grupo que busca difundir a pratica do bambolê por meio de experiencias lúdicas , oficinas , aprecentaçoes e encontros com o bambolê e as pessoas, pensando em dialogar com a cidade.

Na sua pesquisa de dança com bambolês Mariana explora a expressividade e o mistério por meio da Mascara, misturando circo tradicional e dança experimental.
Paine Santamaria
2

Sobre seu número:

Stress

O tempo passa…… Eu ainda não me acho aqui dentro.

Na busca da minha identidade, me imponho uma imagem que me e aleia, que me incomoda. 

E uma fantasia com a qual afrontar cada dia, mais não são eu…

DESCONSTRUÇÃO.

Mariana Cristina

3

Sempre muito apaixonada por qualquer expressão artística que envolva o corpo, atualmente se encontrou no circo. E faz tecido acrobático.

Quando e onde? Dia 03/12 às 17h no Centro Cultural da Juventude da Cachoeirinha Z/N